Imunizações para evitar a infecção

As vacinas contêm parcelas não infectantes de bactérias ou vírus ou então os microrganismos completos que foram alterados para não provocar infecção.

O organismo responde a uma vacina criando defesas imunitárias (como anticorpos e glóbulos brancos). (Ver secção 16, capítulo 167) Posteriormente essas defesas evitam a doença quando o indivíduo se expõe às bactérias e vírus infecciosos.

As vacinas disponíveis actualmente são altamente fiáveis e a maioria das pessoas tolera-as bem. Contudo, não são eficazes em toda a gente e, por vezes, podem mesmo provocar efeitos adversos.

Algumas vacinas são aplicadas quase de forma sistemática, como, por exemplo, o toxóide do tétano, que é administrado aos adultos de 10 em 10 anos. Outras são dadas a grupos específicos de indivíduos; a vacina contra a gripe, por exemplo, é aplicada às pessoas de idade avançada que vivem em lares e àquelas que correm um risco elevado de contrair essa infecção viral e sofrer as suas complicações.

Às crianças administra-se uma série de vacinas de forma sistemática. (Ver tabela da secção 23, capítulo 251) Outras são dadas depois da exposição a uma causa específica; por exemplo, a vacina contra a raiva é administrada a alguém após ter sido mordido por um cão suspeito.

Aos adultos que contraem uma infecção antes de poderem ser vacinados ou cujo sistema imunitário não responde adequadamente à infecção podem administrar-se imunoglobulinas, que são formadas por uma mistura de anticorpos.